quinta-feira, 16 de março de 2017

CASTALDI

BRAZ CASTALDI - 1917
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BRAZ CASTALDI - 1918

 
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MAESTRO GENNARO CASTALDI - 1918

O MAESTRO GENNARO CASTALDI ERA CASADO COM A SENHORA NELLA CASTALDI.
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GENARO CASTALDI - 1922

domínio público – fonte  -

embrião do Centro de Documentação Histórica de São Manuel (CEDOCHSM) 
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LAURINO CASTALDI 1903
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ENTREVISTA COM DION CASTALDI
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PADOVAN

ATTILIO PADOVAN



TEIXEIRA

MIGUEL DA SILVA TEIXEIRA - 1892
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ELYZEU AUGUSTO TEIXEIRA - BIOGRAFIA
  
Elyseu Augusto Teixeira foi um grande agricultor do Município de São Manuel, influente político era vice-presidente do Partido Constitucionalista da cidade foi eleito vereador em São Manuel em 5 de novembro de 1913 que se sucederam por três triênios, foi membro a Associação Comercial de São Manuel apoiou a frente Única Paulista e a revolução de 1932.

Em janeiro de 1914 São Manuel sediou o VIII Congresso de Agricultura onde Elyseu teve contribuição efetiva na elaboração da conclusões.



  
Era tido como homem generoso e de comportamento ilibado, muito inteligente e também um bom filantropo.  

ESPOSA - Senhora Francisca Campos Teixeira

PAIS - Francisco Teixeira da Silva Pinto (Porto Feliz) e Carolina Augusta de Almeida Cardia (Porto Feliz) faleceu em 02/12/1929


IRMÃOS - Cândida Teixeira de Miranda casada com Mario Miranda, Gertrudes Teixeira Pinto, Francisca Teixeira de Almeida casada com Arielo Vaz de Almeida, Eloy Teixeira casado com Gertrudes Lara Teixeira, Carolina Teixeira de Albuquerque casada com Paulo Marcondes de Albuquerque   

AO UTILIZAR ESTE TEXTO E FOTOS FAVOR PUBLICAR A FONTE
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ELYSEU AUGUSTO TEIXEIRA - 1928
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ELIZEU DE AUGUSTO TEIXEIRA - 1922
domínio público – fonte  -
embrião do Centro de Documentação Histórica de São Manuel (CEDOCHSM) 
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ELISEU AUGUSTO TEIXEIRA - 1922

domínio público – fonte  -
embrião do Centro de Documentação Histórica de São Manuel (CEDOCHSM) 





FURGERI

AMADEO FURGERI -1922

domínio público – fonte  - embrião do Centro de Documentação Histórica de São Manuel (CEDOCHSM) 

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Seu Agostinho Furgeri é um cidadão que merece ser lembrado e homenageado. Nascido no município de São Manuel em 18 de abril de 1905. Construiu sua vida com muito amor e carinho como funcionário publico do município iniciou suas atividades como diarista em março de 1933, em 4 de setembro de 1935 passou a exercer a atividade de ajudante de jardineiro e em 1 de janeiro de 1938 foi nomeado pelo prefeito da época José de Meira Leite para exercer o cargo de jardineiro onde teve um desempenho marcante no Jardim   central.

Casou-se com Júlia Boccardo Furgeri e teve os filhos Maria de Lourdes, Edner, Nilza, Conceiçã, Nadir e Luiz Carlos, seus pais eram o senhor João Furgeri e a senhora Regina Alda  

 Em 1952 colaborou de maneira eficaz para a substituição dos bancos de madeira da praça do jardim para os que conhecemos hoje. Também trabalhou 10 anos como zelador e porteiro dos clubes Recreativo e 7 de Julho no Teatro Municipal sendo responsável pela manutenção.


Da direita para a esquerda 
Nadir Furgeri, Tito Jardineiro, Comotti Varredor, Augusto Furgeri e Luiz C. Furgeri, 
 Seu Agostinho também exerceu a função de Comissário de Menores sendo nomeado para tal em 23 de março de 1946.

 Da esquerda para a direita:
Tito, Felix, Pícolo e Agostinho Furgeri


Pertenceu a organização dos confrades vicentinos organizou quermesses e festas para angariar fundos para melhorias no jardim da praça da Santa Cruz que era localizada na Avenida Irmãs Cintra.



Narciso Poiato e Augusto Furgeri

O antigo servidor municipal Agostinho Furgeri dedicou ao longo de toda sua vida o máximo esforço no embelezamento de nossas praças, sendo conhecido como Gusto Jardineiro faleceu no dia 10 de junho de 1955 exercendo suas atividades no jardim. 


Este jardim que tanto ele queria bem e que por um destes caprichos do destino o acolheu em sua própria morte. Após sua morte prestaram-lhe uma homenagem colocando um quadro com sua fotografia no interior do coreto.  
Certamente um homem que merece ser lembrado pois todas as fotos antigas que temos onde o largo da Igreja Matriz e também as do jardim aparecem, estão confeccionados locais muito bem preservados e limpos.

Seu Agostinho não se tornou somente um jardineiro mais também um homem que plantava sonhos na imaginação de todos nós, uma rosa que deveria ser sempre plantada na história de São Manuel.   

MARTORELLI


FRANCISCO MARTORELLI - BIOGRAFIA
Jornal o Estado de São Paulo a bengala e o Charuto.

Descrever em palavras ainda com o compendio do resgate o que foi o cidadão Francisco Martorelli, me traz ao ápice de tentar entender um cidadão em várias faces, desvendar este homem fascinante é um desafio, portanto, ao que me sobra é o resgate de uma biografia fantástica de uma pessoa, inteligente, agente de várias atividades que no município de São Manuel expressou como poucos o espirito de luta e desenvolvimento de um local. Jornal o Estado de São Paulo a bengala e o charuto foram bens inseparáveis durante sua trajetória.
Martorella Francesco nasceu em Rivello na Itália, a 6 de julho de 1867, filho de Braz Martorella e Geronima Barone Martorella embarcou para o Brasil com 19 anos de idade chegando ao país em 22 de dezembro de 1886 em companhia de seus irmãos Vicente, Mansueto e Inês, aqui chegando abrasileirou seu nome para Francisco Martorelli, residiu por um período em Piracicaba onde trabalhou como caixeiro de uma loja que era da família de Prudente de Morais, logo mudou-se para São Manuel, o Jornal o Tempo em sua edição de 6 de outubro de 1957 descreve sua  personalidade dizendo: “ (...)culto e bom, por todos estimado.”. Martorelli logo se familiarizou com o local, integrando-se definitivamente a vida pública do município, onde exerceu em 1888 o cargo de intendente municipal, que é relativo a o de prefeito nos dias de hoje, nos anos de 1893 e 1894 exerceu o cargo de delegado de polícia, em 30 de agosto de 1895 foi eleito vereador.
Casou-se com Adelina de Almeida Barbosa em 27 de setembro de 1890 ela filha de Victorino José Barbosa e Adelaide Barbosa, José faleceu em 9 de novembro de 1937, desta união nasceram os filhos:
Brás Martorelli, nascido em São Manuel em 11 de setembro de 1892, que foi agricultor e tesoureiro da Prefeitura Municipal, casou-se com Maria Alcântara Queiroz em 24 de setembro de 1925 tendo os filhos Francisco, Brás e Marco Antônio;
Vitorino Martorelli, nascido em São Manuel em 13 de setembro de 1894, falecido no mesmo ano;
Celso Martorelli, nascido em 05 de agosto de 1896, jornalista e comerciante, casou-se com Corina de Souza Campos em 4 de julho de 1918 teve os filhos Antônio, Décio, Atílio, Joaquim, Maria Regina e Maria Helena;
Jerônimo Martorelli, nascido em São Manuel em 22 de outubro de 1898, professor da Escola Normal, casou-se em 9 de abril de 1921 com Isabel Blasi, tendo os filhos Clélia, Hugo e Odila;
Joaquim Martorelli, nascido em São Manuel em 16 de dezembro de 1906, funcionário público estadual, casou-se em 24 de janeiro de 1933 com Beatriz Spreranza, pais de Martha e Francisco Antônio;
Adelina Martorelli, nascida em São Manuel em 28 de janeiro de 1908, casou-se em 26 de junho de 1928 com Jeronimo Annicchino e tendo os filhos Leda, Norma, Adelina e Iolanda.
Ainda o jornal Carioca A Notícia descreve o falecimento de sua filha Maria que pelos relatos deveria ser criança: “Finou-se em São Manuel do Paraiso a inocente Maria, filhinha do Senhor. Francisco Martorelli. ”.
Dentre suas múltiplas funções Francisco Martorelli, foi membro do Partido Constitucionalista, agente dos jornais paulistanos “O Pirralho” e “O Sacy”, durante sua vida se tornou o mais antigo agente correspondente do Jornal “O Estado de São Paulo”, foi barbeiro, joalheiro e relojoeiro dono do estabelecimento comercial denominado de “A Pendula Internacional” fundada em 1888, foi também representante do Consulado Italiano no Município de São Manuel, foi maestro da Banda Italiana em São Manuel, prestou relevantes serviços à comunidade doador dos relógios pertencentes a Igreja Matriz e também do prédio do Paço Municipal. Era maçom tendo inaugurado em São Manuel em 25 de junho de 1892 a Loja Maçônica América II.
Francisco Martorelli faleceu com 90 anos de idade na data de 2 de outubro de 1957 consumido pela diabetes. A consternação foi geral no município, algumas homenagens foram feitas, O prefeito da época senhor Antônio Dalaqua determinou que “fosse coberta sua urna mortuária com uma bandeira do município e decretando luto oficial por três dias. ”. O Jornal o Estado de São Paulo enviou o representante Rodrigo Soares de Oliveira para acompanhar o funeral em nome do jornal, este muito ligado também a família Martorelli. Em nome da Câmara Municipal falou o vereador Carlos Delgallo “(...) declarou no final que a Câmara Municipal de São Manuel, como iniciativa, e em primeiro plano, considerava o extinto, Cidadão Sãomanuelense, em virtude de ter o finado servido ao Município, em quase todos os postos públicos de relevância. ”. Também discursou o senhor Mansueto de Gregório, ex-presidente do Sindicato dos Cinematografistas e presidente honorário do Círculo Operário do Ipiranga de São Paulo, o Jornal o Tempo também mandou seu representante o senhor Bartholomeu Luiz Danziato. “O corpo do extinto foi trasladado para São Manuel, onde se realizou o enterro, as 10 horas do dia 3 no cemitério local. Dentro da mortuária, foi colocado um exemplar de “O Estado”.        

Um homem fascinante deste não poderia passar a margem da percepção da história, este trabalho traduz com alegria a elevação daquele que merece ser lembrado. Francisco Martorelli por si só é o exemplo vivo dos que se foram e deixaram um legado fantástico. O da construção.

CERTIDÃO DE NASCIMENTO



CERTIDÃO DE CASAMENTO


CERTIDÃO DE ÓBITO





CERTIDÃO MAÇONARIA









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FRANCISCO MARTORELLI


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1904

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1918
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FRANCISCO MARTORELLI - 1922
domínio público – fonte  -
embrião do Centro de Documentação Histórica de São Manuel (CEDOCHSM) 
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POSTAL DE 1925 ONDE A DONA CLÉLIA ROCHA
 FAZ UM CONVITE A JUJU MARTORELLI
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COLABORADOR CARLINHOS MARTORELLI
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CINEMA CASINO DOS IRMÃOS MARTORELLI EM 1923
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BRAZ MARTORELLI - 1932




TOLEDO

JOAQUIM FLORIANO DE TOLEDO SOBRINHO

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TOLEDO & CIA -1904

SALLES, TOLEDO & CIA 1904
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ARTHUR FLORIANO DE TOLEDO - 1928

MARIQUINHAS DE TOLEDO ERA IRMÃ DE ARTHUR FLORIANO E TOLEDO


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MUCIO FLORIANO DE TOLEDO 1928
JUIZ DE DIREITO



Quem sou eu

Minha foto
Eduardo é formado em direito pela Faculdade de Direito de São Carlos, formado em administração geral pela Faculdade Marechal Rondon, MBA em gestão estratégica de negócios pela Uninove. Foi professor em gestão empresarial na Unifac/Botucatu, profere palestras de gestão de pensamento, escritor, documentarista, Escreveu também uma coluna sobre empregabilidade no Jornal o Debate de São Manuel nos anos de 2013 e 2014, escreveu para a revista UP Cueta de Botucatu. Criador de um método próprio de ensino profissionalizante em gestão administrativa e empresarial Documentarista e pesquisador histórico. Presta consultoria na área de gestão patrimonial. Escritor é membro correspondente da Academia Botucatuense de Letras.